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Energia & Sustentabilidade

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Rede Nacional das Agências de Energia

Energia

Como poupar energia em sua casa

Numa altura em que a economia é inconstante e onde o poder de compra é cada vez menor, é imprescindível adaptar-nos às circunstancias. Ao poupar energia em sua casa está não só a diminuir o custo energético na sua carteira como a contribuir para a diminuição de emissões de dióxido de carbono na atmosfera.

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Voltando ao post…

Dicas para poupar energia em sua casa

As pequenas acções fazem diferença. Contribua para um futuro melhor e sustentável.

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Energia

Politica energética

As alterações climatéricas dos últimos anos tornaram prioritário que fossem implementadas novas politicas relativamente ao sector energético. Deu também origem a um debate público sobre eficiência energética, energias renováveis e como os avanços tecnológicos podem ajudar a diminuir as emissões de gases para a atmosfera.

No inicio de 2007 a Comissão Europeia apresentou um pacote que visa estabelecer uma nova política europeia relativamente ao sector energético de forma a reduzir de emissões de gases com efeito de estufa, dinamizar a competitividade e combater as alterações climáticas.

Mais informações sobre este assunto estão disponíveis no site da Agência Europeia do Ambiente.

Decreto-Lei n.º 154/2009, DR 128, Série I de 06-07-2009

Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional

Procede à quarta alteração ao regime jurídico do comércio de licenças de emissão de gases com efeito de estufa, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 233/2004, de 14 de Dezembro, transpondo para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2004/101/CE do Parlamento Europeu e do Conselho ,de 27 de Outubro

Decreto-Lei n.º 127/2008, D.R. n.º 139, Série I de 21-07-2008

Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional

Regula a execução na ordem jurídica nacional do Regulamento (CE) n.º 166/2006, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 18 de Janeiro, relativo à criação do Registo Europeu das Emissões e Transferências de Poluentes.

Resolução do Conselho de Ministros n.º 1/2008. DR 3 SÉRIE I de 04-01-2008

Presidência do Conselho de Ministros

Aprova o Plano Nacional de Atribuição de Licenças de Emissão (PNALE) relativo ao período de 2008-2012, designado por PNALE II, bem como as novas metas 2007 do Programa Nacional para as Alterações Climáticas (PNAC 2006) e revoga a Resolução do Conselho de Ministros n.º 53/2005, de 3 de Março, que aprovou o PNALE relativo ao período de 2005-2007.

Resolução do Conselho de Ministros n.º 109/2007. DR 159 SÉRIE I de 20-08-2007

Presidência do Conselho de Ministros

Aprova a Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável – 2015 (ENDS) e o respectivo Plano de Implementação, incluindo os indicadores de monitorização (PIENDS).

Portaria n.º 211/2007 de 22-07-2007

Ministério da Economia e da Inovação, Ministério das Finanças e da Administração Pública

Altera a taxa do imposto sobre os produtos petrolíferos e energéticos (ISP) aplicável ao gasóleo de aquecimento, em conformidade com o que dispõe o Programa Nacional para as Alterações Climáticas (PNAC 2006), aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 104/2006.

Decisão da Comissão n.º 2006/803/CE de 23-11-2006

Comissão Europeia

Altera a Decisão 2005/381/CE da Comissão que estabelece um questionário para a comunicação de informações sobre a aplicação da Directiva 2003/87/CE do Parlamento Europeu e do Conselho relativa à criação de um regime de comércio de licenças de emissão de gases com efeito de estufa na Comunidade e que altera a Directiva 96/61/CE do Conselho.

Portaria n.º 1202/2006 de 09-11-2006

Ministério da Economia e da Inovação, Ministério das Finanças e da Administração Pública, Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional

Aprova o Regulamento de Gestão do Fundo Português de Carbono.

Despacho n.º 19649/2006 de 26-09-2006

Ministério da Economia e da Inovação, Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional

Aprova a alteração à lista de instalações existentes para o PNALE 2005-2007 e a respectiva atribuição de licenças de emissão.

Resolução do Conselho de Ministros n.º 104/2006 de 23-08-2006

Presidência do Conselho de Ministros

Aprova o Programa Nacional para as Alterações Climáticas de 2006 (PNAC 2006) e revoga a Resolução do Conselho de Ministros n.º 119/2004, de 31 de Julho.

Portaria n.º 387/2006 de 21-04-2006

Ministério da Economia e da Inovação, Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional

Estabelece as regras relativas à atribuição de licenças de emissão a novas instalações.

Decreto-Lei n.º 71/2006 de 24-03-2006

Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional

Cria o Fundo Português de Carbono.

Resolução do Conselho de Ministros n.º 33/2006 de 24-03-2006

Presidência do Conselho de Ministros

Atribui à Comissão para as Alterações Climáticas, criada pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 72/98, de 29 de Junho, a qualidade de autoridade nacional designada para os mecanismos de flexibilidade do Protocolo de Quioto.

Decreto-Lei n.º 72/2006 de 24-03-2006

Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional

Terceira alteração ao regime do comércio de licenças de emissão de gases com efeito de estufa, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 233/2004, de 14 de Dezembro, transpondo para a ordem jurídica nacional a Directiva 2004/101/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de Outubro.

Regulamento n.º 166/2006 de 18-01-2006

Conselho, Parlamento Europeu

Relativo à criação do Registo Europeu das Emissões e Transferências de Poluentes e que altera as Directivas 91/689/CEE e 96/61/CE do Conselho.

Portaria n.º 74/2006 de 18-01-2006

Ministério da Economia e da Inovação, Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional

Estabelece os requisitos e condições de exercício da actividade dos verificadores das instalações abrangidas pelo comércio europeu de licenças de emissão (CELE).

Decreto-Lei n.º 230/2005 de 29-12-2005

Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional

Segunda alteração ao regime do comércio de licenças de emissão de gases com efeito de estufa, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 233/2004, de 14 de Dezembro.

Despacho conjunto n.º 686-E/2005 de 13-09-2005

Ministério da Economia e da Inovação, Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional

É aprovada a lista de instalações existentes para o PNALE 2005-2007 e a respectiva atribuição de licenças de emissão.

Decisão da Comissão n.º 2005/381/CE de 04-05-2005

Comissão Europeia

Estabelece um questionário para a comunicação de informações sobre a aplicação da Directiva 2003/87/CE do Parlamento Europeu e do Conselho relativa à criação de um regime de comércio de licenças de emissão de gases com efeito de estufa na Comunidade e que altera a Directiva 96/61/CE do Conselho.

Resolução do Conselho de Ministros n.º 68/2005 de 17-03-2005

Presidência do Conselho de Ministros

Cria o Sistema Nacional de Inventário de Emissões por Fontes e Remoção por Sumidouros de Poluentes Atmosféricos (SNIERPA).

Resolução do Conselho de Ministros n.º 59/2005 de 08-03-2005

Presidência do Conselho de Ministros

Aprova o Programa de Monitorização e Avaliação do Plano Nacional para as Alterações Climáticas.

Resolução do Conselho de Ministros n.º 53/2005 de 03-03-2005

Presidência do Conselho de Ministros

Aprova o Plano Nacional de Atribuição de Licenças de Emissão (PNALE) relativo ao período de 2005-2007.

Portaria n.º 118/2005 de 31-01-2005

Ministério das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território

Fixa os emolumentos a cobrar pelo Instituto do Ambiente no âmbito do processo de atribuição de títulos de emissão de gases com efeito de estufa e respectiva actualização.

Portaria n.º 119/2005 de 31-01-2005

Ministério das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território

Aprova o modelo do pedido de agrupamento de instalações.

Portaria n.º 120/2005 de 31-01-2005

Ministério das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território

Aprova o modelo do pedido de título de emissão de gases com efeito de estufa.

Decreto-Lei n.º 243-A/2004 de 31-12-2004

Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território

Altera o regime do comércio de licenças de emissão de gases com efeito de estufa na Comunidade Europeia, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 233/2004, de 14 de Dezembro.

Decreto-Lei n.º 233/2004 de 14-12-2004

Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território

Estabelece o regime de comércio de licenças de emissão de gases com efeito de estufa na Comunidade Europeia, transpondo para a ordem interna a Directiva 2003/87/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 13 de Outubro.

Directiva n.º 2004/101/CE de 27-10-2004

Conselho, Parlamento Europeu

Altera a Directiva 2003/87/CE relativa à criação de um regime de comércio de licenças de emissão de gases com efeito de estufa na Comunidade, no que diz respeito aos mecanismos baseados em projectos do Protocolo de Quioto.

Resolução do Conselho de Ministros n.º 119/2004 de 31-07-2004

Presidência do Conselho de Ministros

Aprova o Programa Nacional para as Alterações Climáticas.

Decisão n.º 280/2004/CE de 11-02-2004

Conselho, Parlamento Europeu

Relativa à criação de um mecanismo de vigilância das emissões comunitárias de gases com efeito de estufa e de implementação do Protocolo de Quioto.

Directiva n.º 2003/87/CE de 13-10-2003

Conselho, Parlamento Europeu

Relativa à criação de um regime de comércio de licenças de emissão de gases com efeito de estufa na Comunidade e que altera a Directiva 96/61/CE do Conselho.

Decreto n.º 7/2002 de 25-03-2002

Ministério dos Negócios Estrangeiros

Aprova o Protocolo de Quioto à Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, assinado em Nova Iorque em 29 de Abril de 1998.

Decisão n.º 1999/296/CE de 26-04-1999

Conselho Europeu

Altera a Decisão 93/389/CEE relativa a um mecanismo de vigilância das emissões comunitárias de CO2 e de outros gases responsáveis pelo efeito de estufa.

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Energia Maremotriz

A Energia Maremotriz é a conversão de energia criada pelo movimento da ondulação em energia eléctrica podendo ser obtida com um gerador maremotriz através de dois processos:

As marés estão relacionadas com a posição da Lua, do Sol e o movimento de rotação do planeta Terra. Estas oscilações são também uma fonte energética que pode ser aproveitada em conjunto com a temperatura dos oceanos, ondas e marés para gerar energia eléctrica
Uma central maremotriz é composta por um reservatório (Hidroflot) que permite a entrada e saída de água. Quando a água entra nesse reservatório passa através de uma turbina produzindo movimento que é convertido em energia eléctrica, o mesmo acontece quando a água sai desse reservatório.

Contudo apesar da energia Maremotriz ser não poluidora, renovável e existir em bastante abundância existe algumas desvantagens a ter em consideração:

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EDP vai comprar energia à Escola de Penamacor

O investimento de 22 mil euros em equipamento da Escola de Penamacor para criar o primeiro curso profissional em energia renováveis é o principal protagonista no envolvimento da EDP com a escola de Penamacor que está prestes a assinar um contrato para a venda de energia.

Actualmente a escola de Penamacor tem instalada no seu telhado uma mini estação eólica que é utilizada para aquecer a água do refeitório diminuindo substancialmente o custo e utilização de gás.
A directora do Agrupamento de Escolas Ribeiro Sanches, da qual faz parte a escola de Penamacor, afirma esta ser uma aposta ganha que vai permitir à escola reduzir substancialmente os seus custos fixos.

António Tomás, da direcção do agrupamento de escolas Ribeiro Sanches, espera recuperar o investimento de 22 mil euros nos próximos cinco anos.

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Energia

Apresentação

A RENAE – Rede Nacional das Agências de Energia, criada em Julho de 2004, é uma rede informal de cooperação constituída por todas as agências de energia e de ambiente de âmbito municipal, regional e nacional, que voluntariamente decidiram aderir à rede no sentido de partilhar informação e experiências, bem como fomentar as parcerias entre as agências.

No plano exterior, pretende-se colaborar com todos os actores nacionais e europeus com vista ao desenvolvimento de estratégias locais que integrem a eficiência energética e o desenvolvimento sustentável, em especial, os planos de redução de emissões de gases com efeito de estufa.

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